A Konica Minolta Portugal encerrou o ano fiscal 2025/2026 com um crescimento de 5% face ao período anterior, ultrapassando os 41 milhões de euros de faturação.
O desempenho foi transversal às várias áreas de negócio, com maior expressão nas áreas de Impressão Profissional e Industrial.
A operação portuguesa atribui parte deste resultado à procura por produção personalizada, tiragens mais curtas e diferenciação visual no setor gráfico, bem como à modernização tecnológica das empresas. A indústria gráfica portuguesa representa um volume de negócios superior a três mil milhões de euros, reúne cerca de 2.100 empresas e gera exportações na ordem dos 600 milhões de euros.
Além das áreas de impressão, os serviços de tecnologias de informação registaram crescimento, impulsionados pela procura de soluções de workflow e sistemas de apoio à decisão baseados em inteligência artificial. As soluções de impressão de escritório mantiveram igualmente uma trajetória de crescimento, num contexto marcado pela redução do consumo de papel e pela digitalização de processos.
“Este foi um ano marcado por um crescimento sólido e transversal, sustentado pela aposta contínua da Konica Minolta em soluções que respondem às necessidades reais do tecido empresarial português, em particular das PME”, afirmou Pedro Monteiro, Deputy Managing Director da Konica Minolta Portugal e Espanha. “Para o próximo ano fiscal, queremos manter este ritmo de crescimento, reforçar a relação de proximidade com os nossos clientes e consolidar o investimento realizado em áreas estratégicas como a Inteligência Artificial e a Transformação Digital.”
A empresa refere que as PME têm recorrido a serviços integrados de gestão documental, automatização de fluxos documentais, desmaterialização de processos administrativos e automatização de tarefas repetitivas, procurando responder a necessidades de modernização operacional.
Nos últimos dois anos, a Konica Minolta integrou capacidades de inteligência artificial no seu portefólio, com aplicações que incluem a deteção de inconsistências em documentos financeiros, a análise preditiva da procura e o apoio automatizado à decisão de negócio.
“Um fator muito relevante para o sucesso desta curva de crescimento consolidado é o facto de estarmos a conseguir manter uma estrutura de equipa estável, apostando na diversidade intergeracional, na proximidade territorial e no reforço das competências para termos equipas cada vez mais preparadas para evoluírem dentro da organização e ajudarem a empresa a crescer de forma sustentável”, acrescentou Pedro Monteiro.
A estratégia de proximidade da empresa é suportada por uma rede de cerca de 50 parceiros de negócio em Portugal. A Konica Minolta prepara ainda a mudança da sua sede para o Parque das Nações, em Lisboa, e a abertura de um novo showroom em Coimbra, reforçando a descentralização da operação.